top of page


Memorial do 8⁰ Encontro Nacional do Mulherio das Letras
Entre os dias 30 de outubro e 1º de novembro de 2025, vivi um dos momentos mais desafiadores, profundos e transformadores da minha trajetória como curadora e produtora

Flavia Quintanilha
18 de nov. de 20253 min de leitura


Eles somos nós!
Também tenho pensado em como chegar a um equilíbrio em que a vida real não se apague. Como estar viva, amando, sendo eu mesma, sem perder a conexão com quem me cerca e com as redes? Essa reflexão sobre redes sociais nasce do desejo de não deixar que o virtual substitua o toque, o olhar e o tempo compartilhado. Quando damos atenção demais à persona digital, perdemos algo essencial de nossa existência.

Flavia Quintanilha
6 de out. de 20254 min de leitura


“Paixão simples”, de Annie Ernaux
Passei a medir o tempo de outra forma, com todo meu corpo.

Ana Rossi
9 de jun. de 20254 min de leitura


Veja em ti minha fragilidade
É quando vemos no outro a nossa própria fragilidade, é quando vemos em nós mesmos a própria fragilidade do outro, é nesse momento que somos coletivo em um só indivíduo.

Flavia Quintanilha
28 de abr. de 20253 min de leitura


O APRENDIZADO DA BORBOLETA NO PROCESSO METAMÓRFICO DO ESPÓLIO
Em seu terceiro livro, Flávia Ferrari nos agracia com novas imagens da metáfora CASA e seus espaços extensivos. No entanto, a CASA aqui se apresenta na ambivalência da construção e desconstrução. Esse conjunto de bens, que formam o patrimônio do morto a ser partilhado com os herdeiros, é a herança do lirismo existencial da poeta.

Isa Corgosinho
23 de abr. de 20255 min de leitura


O Mar de Vidro: poesia, ofício e fonte de vida
No decorrer do livro, percebemos que o eu lírico encarna vários sujeitos, gêneros (feminino e masculino) e elementos...

Sílvia Mota Lopes
10 de dez. de 202410 min de leitura


O porto alegre de Alice no país dos assombros
No poço do não pertencimento, a Alice de Maria Valéria vai traçar uma nova cartografia do êxodo nordestino na cosmopolita Porto Alegre

Isa Corgosinho
8 de dez. de 202410 min de leitura


Nau à deriva
Quanto mais nos entregamos ao instagramável, menor é nossa capacidade crítica.

Flavia Quintanilha
19 de out. de 20243 min de leitura


Nós mulheres sabemos, ou quase isso
O sexo acaba? O desejo sexual pode ser aniquilado de um corpo? O que podemos chamar de sexo? De onde vem o desejo? Estas perguntas podem ser um tanto banais, mas será que são mesmo? Pela psicanálise tudo está relacionado ao sexo e sexo não é bem o que pensamos ser, mas não irei aqui abordar tratados psicanalíticos e seus desdobramentos filosóficos. Quero falar de algo real, do abandono que está presente em nossos dias. E vou falar do único lugar que posso falar, do ponto de v

Flavia Quintanilha
3 de out. de 20244 min de leitura


O EROS INSUBMISSO NA POESIA DE FLÁVIA FERRARI
Em É tudo ficção, Flávia Ferrari coloca como título, em centralidade: a poesia é um ser de linguagem.

Isa Corgosinho
23 de set. de 202424 min de leitura


para-amizade
Lembre-se, o bajulador usa sua vaidade para ter algo que só você pode dar.

Flavia Quintanilha
20 de ago. de 20243 min de leitura


O canto geopoético da América Xereca
Seu canto de alforria ecoa nas matas, nos rios, embrenhando-se pelas caatingas, cerrados;

Isa Corgosinho
25 de jul. de 20245 min de leitura


nós somos (A) poesia
Quantas poetas você conhece? Sim, você entendeu bem. Eu disse poeta. E é assim que chamaremos as mulheres que nos entregam sua poesia através de seus poemas, suas fotografias, suas ilustrações ou pinturas, suas músicas… é poeta toda aquela que se dedica a olhar o inefável.

Flavia Quintanilha
30 de jun. de 20243 min de leitura


Só a poesia sobrevive
Enquanto esta forma de vida durar, a menina não terá com quem conversar, a mãe ficará sozinha sem apoio, a avó contará os dia pelo fim.

Flavia Quintanilha
22 de jun. de 20243 min de leitura


Na gangorra da vida
O declínio da vida humana, fato inevitável, em poucos minutos ressoa seu lamento no ranger das vigas dos prédios.

Flavia Quintanilha
15 de mai. de 20243 min de leitura


Explicar o óbvio me dá ganas de fumar
No verão desta coluna, quero partilhar um acontecimento que ilustra o desgaste ao qual me referi na edição anterior, na primavera desta colu

Priscila Monteiro
16 de mar. de 20244 min de leitura


Escritoras e criação literária: o romance Niketche: uma história de poligamia, de Paulina Chiziane
Por “literatura de mulheres” entende-se a literatura concebida e redigida por mulheres, o que, portanto, acarreta, um entendimento...

Ana Rossi
28 de fev. de 20242 min de leitura


Vamos todos morrer! Não hoje.
Eu tenho um pensamento recorrente: nós vamos morrer. Longe de ser um pensamento mórbido e pessimista, pensar isto todos os dias me dá uma alegria imensa em viver. Estar viva, longe da frase piegas do senso comum, concentra todas as possibilidades que uma vida comporta. Todas as dores e alegrias e suas vicissitudes. Parece que viver assim pode ser ruim, mas para mim não é bem assim.

Flavia Quintanilha
23 de fev. de 20243 min de leitura
bottom of page